Uma professora de apoio foi afastada de suas funções após ser flagrada gritando com uma aluna autista na Escola Municipal Vereador Levy Roberto, localizada no bairro Plataforma, em Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais.
O caso gerou grande repercussão entre pais, responsáveis e moradores do município, que manifestaram preocupação com a situação envolvendo uma estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A inclusão escolar é um avanço fundamental, mas exige capacitação constante, suporte técnico e acompanhamento emocional para os educadores. A falta de preparo adequado, aliada à sobrecarga de trabalho, pode contribuir para situações de descontrole que não deveriam acontecer dentro do ambiente escolar.
É importante destacar que os próprios pais e responsáveis por crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) também enfrentam desafios diários dentro de casa. Trata-se de uma realidade complexa, que exige empatia, apoio multidisciplinar e políticas públicas eficazes.
O caso, portanto, não deve ser analisado apenas sob a ótica do julgamento, mas também como um chamado à reflexão sobre estrutura, formação, suporte psicológico e condições de trabalho nas escolas públicas.