O ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou que a Polícia Federal retome o inquérito que apura irregularidades na compra de 300 respiradores pulmonares pelo Consórcio Nordeste em 2020 - um contrato de R$ 48 milhões cujos equipamentos nunca foram entregues.
A decisão atende a pedido da Procuradoria-Geral da República, que apontou indícios de crimes no caso, e dá 90 dias para que a PF realize novas diligências e atualize o andamento das apurações.
O processo agora volta a receber atenção das autoridades competentes e reforça a necessidade de transparência e responsabilização nos gastos públicos, especialmente em contratos milionários vinculados à pandemia.